Prevenção e tratamento da artrose: como cuidar das suas articulações

Estratégias de prevenção e tratamento da artrose, incluindo suplementos para artrose, ajudam a manter a mobilidade e a qualidade de vida em todas as idades

Cuidar da saúde das articulações é essencial para manter a qualidade de vida e a mobilidade com o passar dos anos. A artrose, também conhecida como osteoartrite, é uma condição comum que afeta milhares de pessoas, causando dor e rigidez. 

Muitas pessoas pensam que a artrose é apenas uma consequência inevitável do envelhecimento. 

Embora a idade seja um fator de risco, a ciência mostra que o nosso estilo de vida é um dos fatores determinantes para o desenvolvimento da doença ou não. 

Neste artigo você descobrirá a diferença entre artrose e artrite, aprenderá sobre hábitos que ajudam a prevenir a doença e conhecerá as opções de tratamento disponíveis, incluindo suplementos para artrose.

O que é artrose e como ela se desenvolve

A artrose é uma doença degenerativa que afeta as cartilagens das articulações. A cartilagem é um tecido liso e elástico que recobre a extremidade dos ossos, atuando como um amortecedor e permitindo que os ossos se movam sem atrito. 

Com o tempo, a artrose leva ao desgaste da cartilagem, fazendo com que os ossos se atritem diretamente, isso é, osso contra osso, o que causa dor, inchaço e rigidez.

Essa condição pode se desenvolver em qualquer articulação do corpo, mas é mais comum nas mãos, joelhos, quadris e coluna. 

Fatores de risco

Além da idade, outras condições podem acelerar o processo de desgaste das articulações:

  1. Excesso de peso: o sobrepeso e a obesidade aumentam a carga sobre as articulações, especialmente nos joelhos e quadris.
  2. Lesões articulares: fraturas, luxações e outras lesões podem danificar a cartilagem e aumentar o risco de artrose no futuro.
  3. Histórico familiar: a genética pode ter um papel no desenvolvimento da doença.

Diferença entre artrose e artrite

É comum que as pessoas confundam artrose e artrite, mas são condições diferentes. A artrite, diferente do desgaste da cartilagem pela artrose, é uma inflamação das articulações. 

A artrite pode ser causada por diversas razões, como doenças autoimunes (artrite reumatoide), infecções (artrite séptica) ou até mesmo o acúmulo de cristais de ácido úrico (gota).

A artrite é uma inflamação que pode causar inchaço, vermelhidão e aumento da temperatura local, enquanto a artrose é um processo degenerativo com inflamação secundária. 

Embora ambas possam causar dor e rigidez, a abordagem de diagnóstico e tratamento é diferente para cada uma.

4 maneiras de prevenir a artrose no dia a dia

Adotar hábitos saudáveis desde cedo pode atrasar o desenvolvimento da artrose e diminuir a intensidade dos sintomas.

Alimentação equilibrada 

Uma dieta rica em alimentos anti-inflamatórios e antioxidantes pode ajudar a proteger as articulações. Inclua em sua dieta peixes ricos em ômega-3, frutas, vegetais coloridos e gorduras saudáveis, como as encontradas no azeite de oliva e no abacate. 

Para quem não gosta de determinados alimentos, como peixes ou vegetais, uma opção complementar é o uso de suplementos alimentares, que poderão ajudar a suprir o déficit de determinados nutrientes.

Prática regular de exercícios

A prática regular de exercícios físicos também é muito importante. Atividades de baixo impacto fortalecem os músculos ao redor das articulações, oferecendo mais suporte e proteção, além de ajudar a manter o peso corporal.

Manutenção do peso corporal

Manter um peso saudável é fundamental para aliviar a pressão sobre as articulações que sustentam o corpo. Cada quilo extra aumenta significativamente o esforço sobre os joelhos e quadris.

Fortalecimento muscular

O fortalecimento muscular, especialmente dos músculos que dão suporte às articulações, é outra estratégia eficaz. Músculos fortes ajudam a absorver os impactos do movimento e proporcionam mais estabilidade, diminuindo o risco de lesões.

Opções de tratamento para quem já tem artrose

Para quem já foi diagnosticado com a doença, o tratamento ideal pode ser integrativo, com inclusão de medicamentos e suplementos para artrose, mudanças na alimentação e de hábitos diários.

Fisioterapia

A fisioterapia desempenha um papel importante no tratamento da artrose, ajudando a aliviar a dor, aumentar a amplitude de movimento e fortalecer a musculatura. 

O fisioterapeuta pode desenvolver um plano de exercícios personalizado, incluindo alongamento e fortalecimento, que se adapte às suas necessidades.

Medicamentos 

Os medicamentos mais comuns para a artrose incluem analgésicos e anti-inflamatórios, que podem ajudar a controlar a dor e a inflamação.

Suplementação

Estudos mostram que suplementos para artrose, como o colágeno, podem ser um bom aliado no tratamento. 

O colágeno tipo II, em particular, pode auxiliar na manutenção da cartilagem, ajudando a diminuir a dor e a rigidez.

O suplemento alimentar 4-Flex, por exemplo, é formulado com colágeno tipo II, cálcio, ácido hialurônico e vitamina D, que ajudam a manter a integridade da cartilagem e a funcionalidade das articulações. Essa formulação pode ser um importante apoio para quem já convive com a condição.

A importância do acompanhamento médico contínuo

O tratamento da artrose é contínuo e requer o acompanhamento profissional. O médico ortopedista poderá avaliar a sua condição e indicar a melhor opção terapêutica para você. 

Conforme a sua condição evolui, ele também poderá ajustar o plano de tratamento, garantindo que você tenha o melhor cuidado possível para manter a sua qualidade de vida.

 

 

Referências

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Colesterol: como suplementos e estilo de vida ajudam no controle

O equilíbrio do colesterol depende de escolhas diárias — e suplementos para colesterol podem ser aliados importantes nesse processo

O colesterol é uma substância presente em nosso corpo, essencial para o funcionamento de diversas funções vitais. Ele participa da produção de hormônios, da formação de células e da digestão de gorduras. 

Apesar de sua importância, muitas pessoas se preocupam com seus níveis, e com razão: o desequilíbrio pode trazer complicações de saúde. 

Entender o que é o colesterol e como ele atua é o primeiro passo para cuidar da saúde do coração e das artérias. Não se trata de eliminá-lo, mas sim de mantê-lo em um nível adequado. 

A abordagem para o controle do colesterol envolve uma combinação de mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, o uso de suplementos para o colesterol que auxiliam nesse processo.

E em agosto, é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Colesterol (08/08), data que reforça a importância da prevenção e do controle dos níveis elevados.

O que é colesterol e por que precisa ser monitorado

O colesterol é uma substância gordurosa, semelhante à cera, que o corpo precisa para se manter saudável. Ele é vital porque é um dos blocos de construção das células. Ele ajuda a manter a integridade da parede celular, garantindo que ela funcione corretamente. 

Além disso, o corpo usa o colesterol para fabricar hormônios esteróides, como o estrogênio e a testosterona, bem como para produzir a bile, uma substância necessária para a digestão de gorduras.

Ainda que o colesterol seja tão importante, o excesso de um tipo específico pode levar ao acúmulo de gordura nas artérias, processo conhecido como aterosclerose. 

Essa condição pode trazer graves problemas, como infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs). 

Por isso, monitorar os níveis de colesterol por meio de exames de rotina é fundamental para a prevenção.

Diferença entre HDL, LDL e triglicerídeos

O colesterol “ruim”, conhecido como LDL (lipoproteína de baixa densidade), é o grande vilão quando seus níveis estão elevados. 

Ele transporta o colesterol do fígado para as células e, quando há excesso, pode se depositar nas paredes das artérias, formando placas de gordura.

Já o colesterol “bom”, o HDL (lipoproteína de alta densidade), tem a função oposta. Ele age como um “faxineiro”, removendo o excesso de colesterol das artérias e levando-o de volta para o fígado, onde é eliminado.

Já os triglicerídeos são outro tipo de gordura presente no sangue, que serve como reserva de energia. Níveis elevados de triglicerídeos também são um fator de risco para doenças cardiovasculares.

Principais riscos do colesterol descontrolado

O principal risco do colesterol descontrolado é a formação de placas de gordura nas artérias. Essa condição aumenta a probabilidade de eventos cardiovasculares graves, como infartos do miocárdio, quando uma das artérias do coração é bloqueada. 

O mesmo pode acontecer no cérebro, causando um AVC. A hipertensão arterial, ou pressão alta, também está frequentemente associada a esse quadro.

Estilo de vida saudável como base do controle do colesterol

Nenhum suplemento alimentar ou medicação terá o efeito desejado no controle do colesterol se não houver um esforço para mudar os hábitos diários. 

Alimentação balanceada e prática regular de exercícios

Uma alimentação balanceada é crucial para o controle do colesterol. A dieta deve ser rica em fibras solúveis, que ajudam a reduzir a absorção de colesterol no intestino. Alimentos como aveia, cevada, maçãs, feijões e lentilhas são ótimas fontes.

A gordura saturada deve ser consumida com moderação. A gordura insaturada, encontrada em abacates, nozes, azeite de oliva e peixes, é uma aliada e ajuda a aumentar os níveis de HDL, o colesterol “bom”.

Praticar regularmente exercícios físicos eleva o colesterol HDL e ajuda a controlar o peso. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana para adultos. 

Hidratação e sono

Beber a quantidade de água recomendada por dia ajuda na circulação e no transporte de nutrientes, mantendo as células saudáveis.

O sono de qualidade é fundamental. Estudos mostram que a falta de sono adequado pode levar a um aumento nos níveis de colesterol LDL. Durante o sono, o corpo se recupera e regula processos metabólicos essenciais.

Suplementos que podem auxiliar no equilíbrio do colesterol

Suplementos para colesterol podem ser aliados, especialmente para complementar as lacunas da dieta. 

Fibras

As fibras solúveis, como o psyllium, são um excelente exemplo de suplemento. Elas formam um gel no trato digestivo que se liga ao colesterol, impedindo que ele seja absorvido e facilitando sua eliminação. 

Ômega-3 

O ômega-3, um ácido graxo essencial, é amplamente reconhecido por seus benefícios à saúde cardiovascular. Ele ajuda a reduzir os níveis de triglicerídeos e pode ter um papel na redução do colesterol LDL. 

Encontrado em peixes gordurosos como salmão e sardinha, ou em suplementos de óleo de peixe, é uma forma prática de aumentar a ingestão.

Probióticos

Probióticos, que são bactérias benéficas, também têm sido estudados por sua influência no metabolismo do colesterol. 

Eles podem ajudar a regular a flora intestinal e a saúde do intestino, que tem um papel indireto no controle dos lipídios sanguíneos. 

A importância do acompanhamento médico

A decisão de iniciar o uso de qualquer suplemento para colesterol deve ser tomada com cautela e sempre sob supervisão profissional. Um médico pode solicitar exames para entender a real necessidade e a dosagem adequada, evitando qualquer risco de interações com outros medicamentos ou condições de saúde existentes.

 

 

Referências

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Vitaminas para cansaço: cansaço constante pode ser falta de nutrientes essenciais?

A falta de nutrientes pode ser uma das causas do cansaço persistente, por isso conhecer as vitaminas envolvidas na produção de energia é importante para melhorar a produtividade, o humor e a saúde geral

Nem sempre o cansaço é apenas resultado de noites maldormidas, às vezes é; mas há situações em que a sensação de exaustão física e mental persiste mesmo após o descanso. Geralmente, o corpo pode estar sinalizando um desequilíbrio interno, como a deficiência de vitaminas e minerais.

 

Mais do que reduzir a produtividade, essa fadiga compromete o bem-estar geral.Ela afeta o humor, a memória, o sistema digestivo e até a disposição para atividades simples do cotidiano. Por isso, olhar para os sinais do corpo e investigar as causas com apoio profissional é importante.

 

Em casos de deficiência de vitaminas essenciais, o uso de vitaminas para cansaço pode ser uma opção. Ainda assim, é importante considerar que uma abordagem integral e práticas de autocuidado podem ser fundamentais para enfrentar a fadiga contínua.

Quando o cansaço vai além do normal?

A sensação constante de cansaço que não melhora mesmo após descanso pode indicar algo além do desgaste físico comum. 

É importante reconhecer quando esse cansaço se torna um sinal de alerta para investigar causas mais profundas e buscar ajuda profissional.

Sinais de alerta e quando investigar com um profissional

A sensação de corpo pesado ao acordar, somada a dificuldade de concentração ao longo do dia e sonolência, ainda que você tenha tido uma boa noite de sono, são sinais de atenção. 

Esse tipo de fadiga pode ser multifatorial, mas, algumas vezes, o exame de sangue pode revelar deficiencia de nutrientes diretamente ligadas à produção de energia nas células. A partir desse ponto, o tratamento pode ser mais assertivo.

Como o estilo de vida pode mascarar deficiências nutricionais

Nem sempre é fácil reconhecer que a causa do cansaço está relacionada à alimentação. A correria do dia a dia e o estresse em excesso podem esconder sinais importantes, muitas vezes confundidos com os da síndrome de burnout.

 

Há pessoas, também, que acreditam estar apenas sobrecarregadas, quando, na verdade estão com o organismo funcionando em estado de alerta, com recursos insuficientes para sustentar o ritmo.

Outro ponto importante é o uso prolongado de medicamentos, dietas restritivas ou consumo excessivo de álcool, que pode interferir na absorção de nutrientes pelo intestino. O resultado disso é essa sensação de fadiga.

Principais nutrientes ligados à energia e disposição

Se você está se sentindo assim, considere aumentar a ingestão desses nutrientes listados abaixo e observe se, com o tempo, a sensação de cansaço passou.

Ferro 

O ferro é um mineral essencial para o transporte de oxigênio no sangue. A deficiência de ferro pode levar à anemia, um dos principais fatores relacionados à fadiga intensa e à falta de disposição. 

Magnésio

O magnésio, por sua vez, atua em mais de 300 reações enzimáticas, facilitando a conversão de trifosfato de adenosina (ATP) em difosfato de adenosina (ADP) para a produção de energia do corpo.

Vitaminas do complexo B 

As vitaminas do complexo B (como B1, B2, B6, B12 e niacina) desempenham papéis importantes no metabolismo dos carboidratos, proteínas e gorduras — ou seja, são essenciais para transformar os alimentos em energia utilizável. 

Vitamina D

A vitamina D, embora mais conhecida por sua atuação nos ossos e imunidade, também interfere na vitalidade e no bem-estar mental, sendo associada à regulação do humor e da força muscular.

Como identificar a carência e como resolver

O diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais e análise clínica. Quando há deficiência confirmada, a orientação pode incluir ajustes na alimentação e, em alguns casos, a recomendação de suplementos.

Entre as fontes alimentares, carnes magras, ovos, vegetais de folhas verdes, castanhas, cereais integrais, leguminosas e laticínios são boas opções. 

Considere nutrientes e vitaminas para cansaço 

Ainda assim, há casos em que a rotina alimentar não dá conta de suprir as necessidades individuais, e é aí que o suplemento alimentar com vitaminas para o cansaço pode ser necessária.

Ela costuma ser indicada em dois cenários. O primeiro é quando há dificuldade em atingir a recomendação diária de consumo apenas através da alimentação; o segundo é quando há demandas nutricionais altas, como ocorre em atletas, gestantes, idosos ou pessoas em recuperação de doenças.

Considere o acompanhamento profissional

Tomar suplementos por conta própria, sem avaliação profissional, pode não resolver o problema — e ainda causar desequilíbrios. 

Por exemplo, o excesso de ferro no organismo pode gerar efeitos colaterais indesejados, assim como a superdosagem de vitamina D pode levar a alterações nos níveis de cálcio. 

Por isso, a suplementação deve ser personalizada, considerando exames, sintomas, estilo de vida e possíveis interações com outras substâncias. 

O profissional de saúde também é quem orienta por quanto tempo a suplementação deve ser mantida, sempre com foco no equilíbrio do organismo.

Considere um autocuidado integral

Estabelecer uma rotina de autocuidado integral pode ser a melhor abordagem para quem lida com o cansaço constante. Cuide do seu sono, durma a quantidade de horas necessárias para o seu organismo. Pratique atividades físicas. Invista em uma boa alimentação balanceada e corte ultraprocessados. 

Com suporte do seu nutricionista ou médico, considere a suplementação de vitaminas para cansaço. Essas são atitudes que favorecem a recuperação. Pequenos avanços no nível de energia já merecem ser valorizados e indicam que o corpo está respondendo aos ajustes.

 

 

Referências

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Julho amarelo: como fortalecer a saúde do fígado durante ou após quadros de hepatite

O Julho Amarelo reforça a importância da prevenção e do cuidado com o fígado, destacando bons hábitos e o uso de vitamina para o fígado na recuperação da saúde 

Durante o Julho Amarelo, a atenção se volta à prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento das hepatites virais. As hepatites virais podem comprometer a função do fígado e causar inflamação perigosa do órgão. É justamente por isso que, mesmo após a fase aguda, o cuidado precisa continuar. 

Nessa fase, vale reforçar hábitos saudáveis e contar com vitaminas para o fígado formuladas com nutrientes antioxidantes importantes para a normalização e restauração da saúde hepática. 

Por que o Julho Amarelo é fundamental para a saúde pública?

As hepatites B e C, que têm transmissão predominante por sangue ou relações sexuais desprotegidas, podem se apresentar de maneira silenciosas que podem levar anos sem apresentar sintomas. 

Essa é a razão pela qual muitas pessoas descobrem a doença em estágios mais avançados, com danos ao fígado já instalados.

A inflamação causada pelos vírus comprometem funções essenciais do órgão, como a metabolização de medicamentos, a produção de proteínas e a regulação do colesterol. Em casos crônicos, a hepatite pode evoluir para fibrose, cirrose e até mesmo para câncer hepático.

Fazer os exames necessários é um passo importante. Com o diagnóstico em mãos, o profissional de saúde pode definir o tratamento mais adequado. Em alguns casos, a doença tem cura; em outros, é possível controlar e evitar a progressão dos danos ao fígado.

Como fortalecer o fígado durante e após quadros de hepatite?

Alimentação equilibrada, sono adequado e hidratação

O fígado é responsável por mais de 500 funções vitais; e muitas delas dependem de nutrientes vindos da alimentação. Incluir alimentos como frutas, vegetais e cereais integrais ajuda a reduzir o estresse oxidativo no fígado.

Dormir bem também é importante: é durante o sono que ocorrem processos de regeneração celular. Já a hidratação favorece o transporte de nutrientes e a eliminação de toxinas.

O papel das vitaminas na proteção hepática

Vitaminas como a C e a E, junto com minerais como zinco e selênio, são importantes na proteção contra o dano oxidativo das células hepáticas. Essas vitaminas atuam como “varredores de radicais livres”, ajudando a proteger os hepatócitos, que são as células do fígado.

A suplementação desses nutrientes por meio de vitaminas para o fígado, quando feita com recomendação de um profissional de saúde, pode ser uma estratégia valiosa para a recuperação em fases mais delicadas do organismo.

Isso porque esses quatro nutrientes têm propriedades antioxidantes importantes, contribuindo para reduzir os danos celulares no fígado. Eles também ajudam a fortalecer o sistema de defesa do corpo e apoiar processos como a síntese de proteínas e o metabolismo de gorduras.

A vitamina C atua na neutralização dos radicais livres e no suporte imunológico. A vitamina E protege as membranas celulares. Já o zinco e o selênio participam de enzimas antioxidantes essenciais para o fígado.

O complexo B e sua relação com o metabolismo hepático

As vitaminas do complexo B estão envolvidas em diversas reações do metabolismo hepático. Elas auxiliam na transformação de nutrientes em energia, na produção de enzimas e na detoxificação.

suplemento Baristar é formulado com vitamina C, vitamina E, zinco e selênio, todos com ação antioxidante, importante para proteger o fígado e favorecer sua regeneração celular. A recomendação diária de consumo deve ser sempre orientada por um profissional.

Saúde intestinal e fígado: uma conexão importante

O intestino e o fígado estão diretamente conectados pelo “eixo intestino-fígado”. Isso significa que alterações na flora intestinal podem influenciar a saúde hepática, favorecendo ou dificultando a metabolização de toxinas e a produção de substâncias inflamatórias.

Manter um intestino com sua flora equilibrada é essencial para garantir que o fígado não fique sobrecarregado.

Probióticos como o Culturelle® auxiliam no equilíbrio intestinal

Alguns suplementos probióticos, como o Culturelle saúde digestiva®, ajudam a manter a microbiota intestinal equilibrada. Esse equilíbrio contribui para o bem-estar geral e favorece a capacidade do fígado em desempenhar suas funções de forma eficiente.

A recomendação de consumo dos probióticos também deve ser personalizada, respeitando o perfil de cada pessoa e as orientações profissionais.

Suplementos que apoiam o fígado de forma indireta

Existem diferentes suplementos e vitaminas para o fígado que, embora não atuem diretamente no órgão, ajudam no processo de recuperação hepática.

Por isso, é essencial contar com a indicação de um médico ou nutricionista. Ele vai avaliar o momento em que você está, seu histórico de saúde e quais nutrientes são mais necessários para o seu quadro atual.

Assim, é possível cuidar do fígado, pensando na recuperação e manutenção da saúde hepática a longo prazo.

 

 

Referências

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Atenção redobrada ao corpo no inverno: a importância de suplementos como a vitamina D

Vitamina D no inverno pode ser essencial para o bem-estar, já que a menor exposição ao sol e o aumento das dores articulares tornam a suplementação ainda mais importante

No inverno, nosso corpo costuma dar sinais claros de que está sentindo as mudanças do clima. Os dias mais curtos e frios significam menos tempo de exposição ao sol, o que pode levar a níveis insuficientes de vitamina D, nutriente essencial para diversas funções do organismo, especialmente para o fortalecimento do ósseo e do sistema imunológico.

Essa redução na exposição solar também tende a afetar nosso humor e a agravar condições articulares, como dores e desconfortos frequentes que costumam intensificar-se com as baixas temperaturas. 

Uma solução prática para compensar essa falta natural é o consumo de suplementos com vitamina D no inverno. A reposição auxilia a regular algumas funções do organismo, resultando em mais saúde no inverno.

Como o inverno impacta o corpo e a saúde articular

Durante o inverno, o frio contrai vasos sanguíneos e reduz o fluxo de sangue nas articulações, potencializando os desconfortos como dores e rigidez.

Por que as dores articulares se intensificam no frio

Com temperaturas mais baixas, é comum que músculos e articulações fiquem mais rígidos e menos flexíveis. Pessoas que sofrem com problemas articulares crônicos sentem ainda mais os efeitos do clima frio.

Isso acontece porque o frio reduz a circulação sanguínea nas extremidades do corpo, diminuindo a lubrificação das articulações e agravando dores preexistentes, como as causadas por artrite e artrose.

O papel da exposição solar na produção de vitamina D

A vitamina D é produzida principalmente quando a pele entra em contato com os raios solares UVB. No inverno, tendemos a passar menos tempo ao ar livre e usamos roupas mais fechadas e, então, nossa capacidade de produzir esse nutriente fica significativamente reduzida.

Consequentemente, os níveis de vitamina D podem cair abaixo do recomendado, afetando a saúde óssea e a imunidade, especialmente importante durante esse período em que há maior propensão a resfriados e gripes.

É importante adotar cuidados simples, como manter uma alimentação equilibrada e aproveitar os benefícios da luz solar sem excessos — a exposição moderada é positiva, mas quando feita de forma inadequada, pode trazer riscos à saúde. Por isso, entender os cuidados com a exposição solar é fundamental para manter o equilíbrio e o bem-estar ao longo do ano.

Vitamina D no inverno: um nutriente essencial

Para quem tem uma rotina que impossibilita isso, suplementar a vitamina D no inverno pode ser uma boa decisão para manter a saúde. Alguns dos principais benefícios desse nutriente incluem:

Os ossos

A vitamina D facilita a absorção de cálcio e fósforo pelo organismo, nutrientes essenciais para a manutenção da saúde óssea. Isso ocorre porque ela ativa proteínas transportadoras no intestino, o que permite que esses minerais sejam absorvidos com mais eficiência e direcionados aos ossos, fortalecendo sua estrutura.

Os músculos

No tecido muscular, a vitamina D atua na regulação da contração muscular, influenciando diretamente a força e a resistência dos músculos. Níveis adequados dessa vitamina favorecem a estabilidade postural, o que pode reduzir o risco de quedas, especialmente em idosos.

A Imunidade

Já no que diz respeito à imunidade, a vitamina D modula a atividade de células do sistema imune, como os linfócitos T e os macrófagos, ajudando o organismo a responder de forma equilibrada a infecções. 

Estudos científicos demonstram que esses efeitos estão associados à redução de inflamações articulares e à melhora do desempenho muscular, prevenindo fraturas e desconfortos osteomusculares comuns no inverno, principalmente entre pessoas mais vulneráveis, como idosos.

Quando a suplementação se torna necessária

A recomendação diária de consumo de vitamina D frequentemente não é atingida no inverno. É importante avaliar os níveis deste nutriente por meio de exames laboratoriais, especialmente em grupos de risco, como idosos, pessoas com doenças articulares e imunossuprimidos.

Quando os níveis da vitamina estão abaixo do ideal no organismo, é a hora de considerar o reforço por meio de suplementos e vitaminas

4Flex: uma solução para esse cuidado no inverno

O suplemento alimentar 4Flex combina nutrientes fundamentais em um só lugar. Ele é formulado com cálcio, colágeno tipo II, ácido hialurônico e a própria vitamina D. Esses nutrientes somados trabalham em sinergia e são reconhecidos por contribuírem para a saúde das articulações, ossos e músculos, principalmente no inverno. 

Como incluir o suplemento na rotina de forma segura

Para garantir os benefícios do suplemento alimentar, é importante seguir a recomendação diária de consumo descrita na embalagem. Geralmente, o consumo indicado de 4Flex é de um comprimido ao dia.

A orientação médica ou nutricional também é fundamental antes do início do uso do suplemento, especialmente para pessoas com histórico de doenças articulares ou que recorrem a outros medicamentos.

Manter níveis adequados de vitamina D no inverno é uma das melhores formas de cuidar da sua saúde nessa época do ano.

 

 

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O papel dos suplementos nutricionais no combate à fadiga e cansaço diário

Sensação constante de cansaço pode estar ligada a deficiências nutricionais — o suplementos alimentares podem ser aliados importantes nesse cenário

A sensação persistente de cansaço físico e mental afeta parte da população adulta, mesmo entre aqueles que mantêm hábitos considerados saudáveis, como alimentação balanceada e rotina adequada de sono. 

A explicação para esse quadro pode estar relacionada não somente ao estilo de vida, mas também à capacidade individual do organismo em absorver e utilizar nutrientes essenciais.

Deficiências nutricionais podem surgir de forma sutil e impactar diretamente o nível de energia e disposição para atividades rotineiras. Os suplementos alimentares são seguros para esses casos, desde que escolhidos de forma adequada e com orientação de um médico nutrólogo ou nutricionista.

Por que sentimos cansaço frequente mesmo com hábitos saudáveis?

É frustrante perceber que mesmo seguindo orientações saudáveis, a fadiga e o cansaço continuam presentes. Diversos fatores podem influenciar essa situação, indo além do óbvio e exigindo uma investigação mais aprofundada.

Questões como o metabolismo individual, estresse constante, idade e características específicas de saúde podem dificultar a absorção adequada de nutrientes. Assim, mesmo uma dieta balanceada pode não ser suficiente para atender às necessidades aumentadas do organismo, especialmente em períodos mais exigentes.

Também é importante considerar que a qualidade dos alimentos consumidos nem sempre garante a quantidade ideal de nutrientes, devido a fatores como cultivo inadequado ou processamento excessivo.

Fatores que afetam a energia física e mental

A fadiga física e mental pode estar relacionada a diferentes fatores, incluindo estresse crônico, sedentarismo, falta de qualidade do sono e desequilíbrios hormonais.

Se essas condições não estão presentes, o aspecto nutricional deve ser considerado. Baixos níveis de ferro podem levar à anemia, causando fraqueza e exaustão, enquanto deficiências em magnésio e vitaminas do complexo B estão associadas à dificuldade de concentração, irritabilidade e cansaço mental.

Diante do quadro persistente de cansaço e fadiga, é recomendado buscar uma avaliação nutricional detalhada. Muitas vezes, essa avaliação será complementada por exames laboratoriais específicos. Testes que medem níveis de ferro, vitamina B12, vitamina D, magnésio e outros nutrientes podem ajudar a identificar deficiências.

Suplementos que auxiliam no combate à fadiga

Se confirmada alguma deficiência nutricional, o uso correto de suplementos alimentares pode contribuir significativamente para a melhora do quadro de cansaço constante. Conheça os benefícios de algumas vitaminas que podem ser suplementadas:

Vitaminas do complexo B 

As vitaminas do complexo B atuam diretamente nas reações bioquímicas envolvidas na produção de energia celular. Elas participam da conversão de carboidratos em glicose, que é a principal fonte de energia para o corpo, além de apoiarem a função dos neurotransmissores cerebrais, influenciando positivamente o humor e a clareza mental. 

Quando há deficiência dessas vitaminas, o corpo pode ter dificuldade para gerar energia suficiente, resultando em fadiga constante e queda no desempenho cognitivo.

A vitamina B12, em especial, é essencial para a formação dos glóbulos vermelhos. Quando em níveis insuficientes, o transporte de oxigênio pelo sangue é prejudicado, o que pode causar anemia e sensação de fraqueza. 

Ferro

Já o ferro é necessário para a síntese da hemoglobina, proteína que carrega oxigênio no sangue. Sua ausência também compromete a oxigenação dos tecidos, provocando cansaço físico acentuado.

Magnésio

O magnésio exerce função importante na regulação do sistema nervoso e na transmissão de impulsos entre os neurônios. Ele atua como cofator em centenas de reações metabólicas e está envolvido na produção de ATP, que é a molécula energética básica do corpo. Sua deficiência está associada à fadiga muscular, tensão corporal e distúrbios no sono.

Vitamina D e Zinco

Outros nutrientes como a vitamina D e o zinco complementam esse processo de manutenção da energia. A vitamina D participa da função muscular e imunológica, e o zinco é essencial para a regulação do metabolismo celular e para a proteção antioxidante do organismo. Juntos, esses nutrientes ajudam o corpo a manter o equilíbrio físico e mental necessário para enfrentar as exigências do dia a dia.

Dicas de segurança na escolha de suplementos alimentares

Escolher a vitamina e suplemento alimentar ideal requer atenção e orientação especializada. Cada indivíduo apresenta necessidades nutricionais específicas que devem ser consideradas antes de iniciar o uso de qualquer suplemento. 

É importante buscar marcas de confiança, revendedores oficiais e garantir que seus suplementos estão em embalagens adequadas capazes de preservar a formulação.

Deve-se tomar cuidado com o uso indiscriminado ou sem recomendação, especialmente quando já se faz uso de medicamentos ou se possui condições de saúde específicas, uma vez que os suplementos  alimentares podem influenciar na absorção de outros nutrientes pelo corpo. Uma consulta prévia com um profissional de saúde é o caminho mais indicado para garantir a segurança e a adequação do suplemento alimentar escolhido.

 

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Maio Roxo: como enfrentar as doenças inflamatórias intestinais

Maio Roxo chama atenção para as doenças inflamatórias intestinais (DIIs). Entenda os desafios, sinais de alerta e formas de apoio ao bem-estar intestinal

As doenças inflamatórias intestinais — como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa — vêm ganhando espaço nos debates sobre saúde por conta de sua complexidade e impacto na qualidade de vida.

O Maio Roxo é a campanha que propõe dar visibilidade a essas condições e aos tratamentos disponíveis. Apesar de serem crônicas, essas doenças podem ser acompanhadas com recursos que ajudam a manter o bem-estar intestinal sob controle.

Embora o diagnóstico de uma DII traga consigo desafios importantes, entender os sintomas, buscar orientação especializada e adotar uma rotina de cuidados adequada pode ajudar pessoas acometidas com uma dessas enfermidades a levarem a vida com maior conforto e leveza.

O que são as doenças inflamatórias intestinais?

As DIIs englobam distúrbios crônicos que afetam o trato gastrointestinal, caracterizados por inflamação persistente na mucosa intestinal. As duas formas mais conhecidas são a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, que se diferenciam tanto na localização quanto no comportamento da inflamação.

No caso da doença de Crohn, o processo inflamatório pode atingir desde a boca até o ânus, afetando todas as camadas da parede intestinal. Já a retocolite se restringe ao cólon e ao reto, com inflamações mais superficiais.

Ambas as condições compartilham sintomas semelhantes, mas exigem planos de cuidado individualizados, definidos com base no histórico clínico, gravidade e resposta do paciente ao tratamento.

Diferença entre doença de Crohn e retocolite ulcerativa

Alguns aspectos que ajudam a diferenciar ambas as condições. A doença de Crohn tende a apresentar lesões mais profundas e “salteadas” ao longo do trato gastrointestinal, podendo causar complicações como fístulas e estenoses. 

Já a retocolite ulcerativa, por afetar apenas a camada mais interna do cólon, costuma provocar sangramentos retais e crises mais frequentes de diarreia com muco.

Causas possíveis e impacto no dia a dia

As causas das doenças inflamatórias intestinais ainda não são totalmente compreendidas, sugere-se que há forte relação com fatores genéticos, imunológicos e ambientais. 

Hábitos como tabagismo, exposição precoce a antibióticos, histórico familiar e alterações na microbiota intestinal também estão entre os possíveis fatores envolvidos.

Para quem convive com o diagnóstico, o impacto pode ser significativo: limitações alimentares, incertezas sobre crises e alterações no humor são queixas comuns entre pacientes. 

Quais são os sintomas mais comuns e quando procurar ajuda?

Alguns sinais podem passar despercebidos no início, mas merecem atenção quando se tornam persistentes. Conhecer os sintomas mais comuns é fundamental para identificar possíveis problemas e saber o momento certo de buscar ajuda especializada.

Diarreia crônica, dor abdominal, perda de peso e fadiga

A diarreia é um dos principais sintomas. Quando ela persiste por semanas, com ou sem sangue, acompanhada de dor abdominal, é importante buscar orientação médica. A perda de peso (mesmo sem mudanças na dieta) e a fadiga intensa também podem ser indicativos de que algo está comprometendo o funcionamento intestinal.

Além disso, a febre baixa recorrente, anemia e aftas na boca podem surgir em fases ativas da inflamação. Em alguns casos, há também manifestações fora do intestino, como dores nas articulações ou problemas de pele.

Importância do diagnóstico precoce e acompanhamento médico

Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maiores são as chances de controlar os episódios de inflamação e prevenir complicações. O diagnóstico costuma envolver exames de sangue, fezes, endoscopia e colonoscopia com biópsia.

O acompanhamento deve ser feito por gastroenterologistas especializados em doenças inflamatórias intestinais, que avaliarão as opções mais seguras para cada perfil. O uso de medicamentos sob prescrição médica é fundamental para o controle das crises e a manutenção do bem-estar intestinal.

Vale lembrar que o uso contínuo de medicamentos sem orientação pode mascarar os sintomas ou, na pior das hipóteses, piorar o quadro. Por isso, sempre que apresentar os sintomas, buscar ajuda e a avaliação médica fará toda a diferença.

Como lidar com as DIIs e promover qualidade de vida?

Conviver com uma condição crônica não significa abrir mão do bem-estar. A adesão a um plano terapêutico integral proposto por um médico é um ponto-chave para quem vive com DIIs.

Estratégias de tratamento, alimentação e rotina de cuidados

O plano de tratamento varia de acordo com a intensidade e frequência dos sintomas, podendo envolver medicamentos anti-inflamatórios intestinais, imunomoduladores e suporte nutricional. Durante as fases de remissão, é comum que o paciente recupere o apetite e a disposição, o que reforça a importância do cuidado contínuo.

Alimentos ricos em fibras podem ser bem tolerados por alguns e provocar sintomas em outros, por isso o ideal é manter acompanhamento com nutricionista. Monitorar sinais de desidratação, como boca seca ou diminuição do volume urinário, também é essencial — já que crises de diarreia podem levar à perda de eletrólitos como sódio e potássio.

O uso de suplementação probiótica que contém a cepa probiótica Lactobacillus rhamnosus GG (LGG®), pode contribuir para a saúde do trato gastrointestinal; isso porque ela é reconhecida por sua capacidade de auxiliar o organismo na modulação das respostas inflamatórias e na integridade da barreira intestinal.

O papel do suporte emocional e da informação no enfrentamento

Cuidar da saúde mental é outra parte importante no manejo das doenças inflamatórias intestinais. Ansiedade e depressão podem se intensificar em fases de crise, impactando ainda mais a adesão ao tratamento e a qualidade de vida.

Participar de grupos de apoio, conversar com psicólogos e buscar informações confiáveis ajuda a reduzir o estigma e a sensação de isolamento. Campanhas como o Maio Roxo reforçam o quanto a escuta, o acolhimento e a informação qualificada podem fazer a diferença para quem enfrenta essas condições.

 

 

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Capurso L. Trinta anos de Lactobacillus rhamnosus GG: uma revisão. J Clin Gastroenterol. 2019 Mar;53 Supl. 1:S1-S41.

Quando é hora de usar suplementos ou medicamentos para dores nos ossos e articulações?

Dores persistentes nos ossos e articulações podem indicar a necessidade de atenção médica. Saiba quando considerar o uso de suplementos para articulações ou medicamentos

Suplemento para articulações é uma das primeiras opções que vêm à mente de quem sente rigidez nos joelhos ao acordar, dor nas costas ao final do dia ou limitações ao subir escadas — sinais de que o desconforto nas articulações pode afetar bastante a qualidade de vida.

Esses sintomas, muitas vezes associados ao envelhecimento, sedentarismo e ao desgaste natural das cartilagens, também podem indicar desequilíbrios nutricionais, inflamações ou até doenças mais sérias, como a osteoartrite.

Nesses casos, surge a dúvida: qual é o momento certo para considerar o uso de um suplemento? E quando os medicamentos se tornam necessários? A resposta depende do tipo e da frequência da dor, da idade da pessoa e, principalmente, da orientação médica.

Diferença entre dores ocasionais e sinais de doenças crônicas

Dores ocasionais costumam estar ligadas à sobrecarga, dores provocadas por má postura ou movimentos repetitivos. Elas melhoram com descanso, compressas quentes e massagens e podem ser evitadas com alongamentos e mudanças na forma de sentar ou deitar.

Já doenças como artrite reumatoide, artrose ou gota apresentam sintomas progressivos e inflamatórios. Em alguns casos, há piora pela manhã, melhora ao longo do dia, mas com sensação de rigidez contínua.

Quando a dor nos ossos e articulações deve preocupar?

Há uma diferença significativa entre incômodos esporádicos e sintomas de problemas mais sérios. Sentir dor, por exemplo, após um exercício intenso ou ficar muito tempo em pé pode ser comum. Já as dores que se repetem diariamente e que com o tempo pioram merecem atenção.

Sintomas como rigidez, inchaço ou limitação de movimento

A presença de inchaço articular, rigidez ao acordar que dura mais de 30 minutos ou limitação para se agachar, caminhar ou movimentar os ombros pode indicar uma condição inflamatória crônica.

Nessas situações, além da avaliação médica, exames laboratoriais e de imagem ajudam a identificar a origem da dor e guiar a escolha quanto a suplementação para articulação, medicação e/ou fisioterapia.

Qual o papel dos suplemento para articulações?

Com o avanço da ciência, foi possível compreender melhor como determinados nutrientes influenciam diretamente na estrutura das cartilagens e na manutenção das articulações.

Substâncias como colágeno tipo II, vitamina D e cálcio

O colágeno tipo II está presente na cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, permitindo a movimentação suave das articulações. Já o cálcio participa da formação óssea, enquanto a vitamina D melhora sua absorção e participa da saúde muscular.

Suplementos alimentares que combinam componentes como colágeno tipo II, vitamina D, cálcio e ácido hialurônico, são recomendados para promover o bom funcionamento e lubrificação articular.

É importante lembrar que os suplementos não substituem medicamentos, mas podem ser úteis quando incluídos no cuidado preventivo ou complementar, principalmente em adultos acima de 50 anos ou em pessoas com desgaste articular precoce.

Quando considerar suplementação e como ela pode auxiliar no bem-estar

Você pode conversar com o seu médico ou nutricionista sobre suplemento para articulações se:

  • tiver histórico de artrose na família;
  • perceber perda de flexibilidade e mobilidade;
  • sentir dor leve e persistente após atividades físicas moderadas;
  • ou se já estiver com diagnóstico de desgaste da cartilagem.

É importante destacar que o uso de suplementos  deve ser somado a hábitos como hidratação adequada, alongamentos e boa alimentação, o que pode resultar em enormes benefícios para quem sofre com dores ósseas e articulares.

Quando os medicamentos são necessários para o alívio das dores?

Há casos em que a dor atinge um nível em que a intervenção não pode aguardar um resultado de longo prazo, o que exige o uso de medicamentos sob orientação médica.

Indicação de anti-inflamatórios, analgésicos ou terapias combinadas

Medicamentos como analgésicos e anti-inflamatórios são indicados para controle da dor em crises agudas ou em fases iniciais do tratamento de doenças articulares. Em casos crônicos, é comum a combinação de tratamentos: medicamentos, fisioterapia, acompanhamento com reumatologista e, quando necessário, infiltrações intra-articulares.

Importância da avaliação médica

Um erro comum é iniciar por conta própria o uso de analgésicos para “resolver” a dor articular. Isso pode mascarar sintomas de doenças importantes e atrasar o diagnóstico correto. Além disso, o uso prolongado de medicamentos sem prescrição pode causar efeitos colaterais, como problemas gástricos, sobrecarga hepática e até hepatotoxicidade.

A avaliação médica ajuda a identificar se há inflamações, infecções, desgastes e outras condições que podem estar provocando as dores. Com base nisso, o médico define o melhor plano terapêutico, que pode envolver ajustes básicos na alimentação, exercícios específicos, fisioterapia e, se necessário, o uso de medicamentos ou suplementos para articulações.

 

 

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Seu filho vive doente? Veja como fortalecer a imunidade infantil

Crianças com baixa imunidade tendem a adoecer com mais frequência. Saiba como hábitos saudáveis, o equilíbrio da microbiota intestinal e o uso de suplemento para imunidade infantil podem ajudar no bem-estar diário

Quando os pequenos ficam doentes de forma recorrente, é comum que pais e mães busquem respostas na alimentação, no ambiente e até em fatores emocionais. A preocupação aumenta quando os episódios envolvem resfriados, infecções respiratórias, episódios de diarreia ou quadros alérgicos que parecem não dar trégua.

O sistema imunológico infantil, ainda em desenvolvimento, é mais sensível a interferências externas. Estudos já demonstram que a maioria das células imunes do nosso corpo reside no trato gastrointestinal.

Por isso, uma alimentação desequilibrada pode favorecer a fragilidade imunológica do seu filho. Adotar e incentivar algumas boas práticas e, somadas a elas, incluir na rotina dele o uso de suplemento para imunidade infantil pode colaborar para a saúde como um todo.

Por que algumas crianças ficam doentes com frequência?

Você já se perguntou por que algumas crianças estão sempre gripadas ou com alguma infecção? Isso pode ter relação com o sistema imunológico em formação e o convívio diário com outras crianças no ambiente escolar.

O sistema imunológico em formação e o ambiente escolar

Nos primeiros anos de vida, o sistema imunológico continua aprendendo a reconhecer e combater micro-organismos invasores. É por isso que a exposição a vírus e bactérias, principalmente em creches e escolas, tende a resultar em infecções repetidas. 

Isso não significa, necessariamente, um problema grave, mas sim um processo natural de aprendizado imunológico.

No entanto, quando o número de infecções extrapola o que seria esperado, pode ser necessário investigar fatores como deficiências nutricionais ou até distúrbios na flora intestinal.

Fatores como sono, alimentação e estresse na infância

A privação de sono, por exemplo, afeta diretamente a produção de citocinas — proteínas envolvidas na resposta imune do corpo. Já uma alimentação pobre em nutrientes, como ferro, zinco e vitamina D, reduz a capacidade do organismo de reagir contra os agentes infecciosos, como as bactérias e vírus.

Cuidar da alimentação é essencial para crianças com TDAH. Isso porque a relação entre TDAH e alimentação mostra que uma dieta equilibrada pode ajudar na saúde como um todo, inclusive no sistema imunológico.

Outro fator é o estresse emocional, que pode gerar impactos importantes na imunidade infantil. Alterações no humor, ansiedade e mudanças de rotina podem influenciar a imunidade. Como consequência de tudo isso, você já sabe: doenças recorrentes.

Hábitos que ajudam a fortalecer a imunidade infantil

Como, então, você pode ajudar a fortalecer o sistema imune do seu filho? 

Alimentação

O cardápio da criança precisa incluir frutas e vegetais variados, que fornecem vitaminas e minerais essenciais para o bom funcionamento das células de defesa. 

As fibras alimentares — encontradas em alimentos como banana, aveia e feijão — também merecem atenção especial, ao serem alimentos prebióticos, isto é, servem de alimento para as bactérias benéficas do intestino que são fundamentais para a imunidade.

Caso a criança recuse comer determinadas frutas ou vegetais, é sempre bom buscar oferecer a maior variedade possível. Apresentar esses alimentos de maneira diferente também pode ser a porta de descoberta para um gosto novo e divertido para seu filho. Aposte na inovação para vencer a rejeição alimentar da criança.

Sono adequado e muito ar livre

Dormir bem não é apenas uma questão de descanso: o sono regula a liberação de hormônios e a produção de anticorpos. O ideal é manter horários consistentes e um ambiente propício para o relaxamento.

A exposição ao sol, com orientação e proteção adequadas, é essencial para a produção de vitamina D, nutriente com papel conhecido no suporte à imunidade. Atividades como caminhar, brincar ao ar livre e até dançar ajudam a estimular a circulação, liberar endorfinas e fortalecer as defesas naturais, desde que adaptadas à idade da criança.

Microbiota intestinal e imunidade: qual é a relação?

Como falado no começo, o intestino é o órgão com a maior quantidade de células imunes do corpo. Ele abriga trilhões de micro-organismos que formam a chamada microbiota intestinal, popularmente conhecida como flora intestinal. 

Quando essa comunidade de bactérias e leveduras “do bem” está equilibrada dentro do intestino, há uma barreira eficiente contra a proliferação de agentes infecciosos que causam doenças.

Por outro lado, crianças que fizeram o uso de antibióticos, podem apresentar alterações nessa microbiota. Esse desequilíbrio é chamado de disbiose. Dietas com excesso de açúcar e ultraprocessados, noites mal dormidas e problemas emocionais também podem causar a disbiose e favorecer o crescimento de bactérias indesejadas.

Uma boa aposta para fortalecer o intestino do seu filho são os alimentos fermentados, como iogurtes, kefir e outros. Esses alimentos são naturalmente ricos em probióticos e ajudam a preservar a flora intestinal.

O papel do suplemento para imunidade infantil

O uso de um suplemento para imunidade infantil pode ser de grande ajuda para quem está lidando com crianças que adoecem com frequência. Os suplementos probióticos atuam diretamente no intestino e podem restaurar as barreiras naturais e fortalecer o sistema imune da criança.

Um dos probióticos mais conhecidos e estudados no mundo é o Lactobacillus rhamnosus GG (LGG®). Ele é recomendado por sua capacidade de auxiliar na restauração da flora, regular inflamações intestinais e beneficiar a saúde digestiva.

A linha Culturelle® Júnior, por exemplo, são suplementos formulados com probióticos LGG®, Culturelle® Júnior pode ser encontrado tanto nas versões em comprimido mastigável, como em sachê, o que facilita a administração do suplemento em crianças.

Vale lembrar que qualquer uso deve ser orientado por um profissional da saúde e não substitui hábitos saudáveis, que continuam sendo a base para um sistema imune mais forte e uma infância mais saudável

Na Cellera Farma, nosso compromisso é estar ao lado das famílias em cada etapa da vida, oferecendo soluções que contribuem para uma saúde integral e acessível. 

 

 

Ref.

Regurgitação e vômito após comer pode ser sinal da síndrome de ruminação

Regurgitar é um comportamento comum dos bebês, entretanto, quando ocorre em outras fases da vida, pode ser sinal de síndrome de ruminação. No transtorno, além de mastigar ou cuspir o alimento que retorna do estômago para boca, vômitar também é comum. Sem o controle dessas ações, a pessoa entra em sofrimento emocional. Os distúrbios psiquiátricos, inclusive, costumam ser associados ao problema, que melhora com terapia e exercícios de respiração. Há poucos dados estatísticos sobre a síndrome, portanto é difícil saber quantas pessoas apresentam o diagnóstico. Para saber mais, confira:

O que é a síndrome de ruminação?

A síndrome de ruminação ou mericismo é um distúrbio caracterizado pela regurgitação e/ou vômito logo após a refeição. Em geral, até 30 minutos depois o alimento retorna do estômago para a boca, é mastigado novamente e ingerido. Os pedaços de comida também podem ser cuspidos.

Como não chega a entrar em contato com o ácido estomacal quando volta para a boca, o alimento permanece com o mesmo sabor. A ação ocorre após todas ou quase todas as refeições e sem que a pessoa tenha domínio da situação. Tudo acontece de forma espontânea.

A síndrome é mais comum entre crianças, mas pode afetar pessoas de todas as idades. Por isso, especialmente entre adolescentes, chega a ser confundida com bulimia. Mesmo não sendo considerado doença, o distúrbio é capaz de desencadear uma série de desconfortos e problemas de saúde.

Quais as possíveis causas e fatores de risco da síndrome de ruminação?

Ainda existem incertezas com relação às causas da síndrome de ruminação. Entre as possibilidades está uma sequência de eventos:

  • Falha do mecanismo de junção do esôfago com o estômago, o esfíncter esofágico, seguida do aumento na pressão abdominal causada pela expansão natural dos alimentos dentro do estômago.
  • Problemas emocionais, infecções ou doenças gastrointestinais envolvendo vômitos, também podem ser gatilho para o distúrbio. O corpo fica condicionado a “rejeitar” o alimento ou parte dele logo após as refeições.

Os bebês, pessoas com deficiências no desenvolvimento, depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos costumam ser mais suscetíveis à síndrome.

Quais são os outros sinais e sintomas da síndrome de ruminação?

Além da ruminação e do vômito existem outros sintomas e sinais de alerta para o transtorno alimentar como:

  • Indigestão e dores de estômago;
  • Náusea;
  • Mau hálito e cáries;
  • Perda de peso;
  • Lábios rachados.

Apesar de comuns, os sinais e sintomas listados podem variar entre os pacientes com a síndrome. Em alguns casos, o vômito ou a ruminação acontecem imediatamente após a ingestão de uma pequena porção de alimentos no decorrer da refeição. Outras pessoas conseguem ingerir uma quantidade maior até o início dos primeiros sintomas.

Como é feito o diagnóstico da síndrome de ruminação?

O diagnóstico da síndrome de ruminação envolve o histórico do paciente e o relato dos sintomas, que devem estar dentro dos seguintes parâmetros:

  • Regurgitação repetida ou vômito há mais de dois meses;
  • Comportamento inicia após as refeições;
  • Sintomas não ocorrem durante o sono;
  • Não há ânsia de vômito;
  • Os sintomas não passam com tratamento indicado para o refluxo gastroesofágico;
  • Não há indícios de inflamação, problemas anatômicos, metabólicos ou neoplásicos que expliquem os sintomas.

Como é o tratamento da síndrome de ruminação?

O tratamento para a síndrome de ruminação envolve, principalmente, a terapia comportamental, com exercícios de respiração. Medicamentos podem ser prescritos em alguns casos. A terapia comportamental ajuda a pessoa a identificar o momento da ruminação e ensina a prática da respiração diafragmática para diminuir a frequência dos episódios.

Qual o impacto da síndrome de ruminação na qualidade de vida?

A pessoa com a síndrome de ruminação pode ser impactada física e emocionalmente pelo distúrbio. São comuns problemas como:

  • Sensibilidade gastrointestinal;
  • Desidratação;
  • Falha no processo de crescimento;
  • Desnutrição leve;
  • Problemas emocionais como estresse;
  • Vergonha de comer em público;
  • Isolamento social.